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segunda-feira, 29 de junho de 2015

Modelo estrutural: didática a serviço da compreensão


Structural ModelMeet www.interestingengineering.com
Posted by Interesting Engineering on Segunda, 6 de abril de 2015


domingo, 21 de junho de 2015

Lara Fabian-From Lara Whit Love Completo e legendado

Lara Fabian, nome artístico de Lara Sophie Katy Crokaert (Etterbeek, 9 de janeiro de 1970), é uma cantora, compositora e compositora belga-canadense de língua francesa. É aclamada por muitos como uma das mais belas vozes femininas do mundo e apesar de ter o francês como língua da maioria de suas canções, já gravou e cantou em inglês, italiano, espanhol, grego, alemão, português, russo, hebraico, turco e latim.

domingo, 3 de maio de 2015

A Culpa é das Estrelas - Filme Completo Dublado e o livro, em PDF

A culpa é das estrelas
Atores principais: Shailene Woodley (Hazel Grace) e Ansel Elgort (Augustus Waters)

Romance, drama Ano: 2014

Direção: Josh Boone Duração: 2h5min

Lançamento: 5 de junho de 2014

Texto de Gabi Orlandin do Blog Fluffy


Hazel é uma paciente terminal. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante — o que lhe dá a promessa de viver mais alguns anos —, o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico. Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas.
Aguardo ansiosamente pela adaptação de “A culpa é das estrelas” desde que li o livro – e me enchi de lágrimas e sorrisos do início ao fim. Eu soube que iria gostar do que veria no cinema, que iria me apaixonar ainda mais pelos personagens e que sim, iria chorar com o final. Só que eu não imaginei que minha garganta se fecharia e meus olhos se encheriam de lágrimas desde as primeiras cenas; também não pensei que eu sairia do cinema tão feliz, tão realizada e de alma lavada, por ver que o filme pôde traduzir a alma do livro de forma bastante fiel e transmitir sentimentos tão profundos, quase da mesma forma que as palavras.
John Green só pode ser alguém de outro planeta para escrever uma história tão perfeita; é claro que já conhecia todo o enredo, mas vê-lo novamente, criando vida e ganhando rostos, cenários e cores foi espetacular. Creio que deva ter sido emocionante para todos os leitores – e para aqueles que não leram o livro também, pois a história foi muito bem explicada no filme, não deixando espaços em branco.
Na verdade, a primeira resenha que fiz desse filme, consistia em repetir 350 vezes a palavra “Lindo”, mais 350 “Assistam”. Mas achei que ia ficar sem graça, então coloquei tudo pra fora aqui, e vou ter que falar em tópicos. Não vou falar sobre a história, pois creio que vocês já conheçam (se não, leiam aqui a resenha do livro!), e vou me ater, aqui, apenas ao que senti ao assistir o filme.
 Fidelidade ao livro: Não imaginei que um dia veria um filme tão fiel ao livro, e fiquei muito, MUITO feliz de ver que isso aconteceu com ACEDE. É claro que a participação do John nas filmagens ajudou nesse fato, e creio que isso foi uma das muitas coisas que deixou os amantes do livro tão felizes. Inclusive, muitas das frases do livro foram trazidas para o filme, em sua íntegra. 
FONTE: fluffy 
O Filme está abaixo e o livro eu achei AQUI>> e AQUI>> também.

sábado, 2 de maio de 2015

UM JARDIM DA INFÂNCIA DE VERDADE. O MELHOR LUGAR PARA CRIANÇAS QUE VOCÊ JÁ CONHECEU!

Conheça o jardim da infância mais atraente do mundo, em Tóquio, projetado pelo arquiteto Takaharu Tezuka. Nesta encantadora palestra, (vídeo abaixo) passeamos com ele por um projeto que realmente permite que as crianças sejam crianças.

Vídeo: TED – Ideas Worth Spreading
Tradução: Cláudia Boal. Revisão: Nadja Nathan do 247
Takaharu Tezuka e sua esposa Yui gostam de se definir bioarquitetos. Juntos, eles criam espaços pessoais imaginativos e versáteis. São escolas em meio a árvores, parques recreativos feitos com madeiras entrelaçadas, hospitais alegres cheios de zonas com muita luz e espaços abertos. O jardim da infância e outros projetos do casal apresentados no vídeo são exemplos claros de uma arquitetura que se preocupa sobretudo com a arte de viver bem.
Tradução integral da palestra de Takaharu Tezuka no TED/Quioto, Japão:

Este é um jardim da infância que projetamos em 2007. Projetamos este jardim da infância para ser um círculo. É um tipo de circulação infinita em cima do telhado. Se você tem filhos, sabe que as crianças adoram se mover em círculos. O telhado é assim. 
Por que fizemos este projeto? O diretor deste jardim da infância disse: "Não, eu não quero um guarda-corpo." Eu disse: "Isso é impossível!" Mas ele insistiu: "E se colocarmos uma rede na beirada do telhado de modo que segure as crianças que caírem?" Eu disse: "É impossível." E, de fato, as autoridades disseram: "Você tem que colocar um guarda-corpo." Mas podíamos usar esta ideia ao redor das árvores. Três árvores atravessam o telhado. E tivemos permissão para chamar esta rede de guarda-corpo. Claro que redes têm a ver com crianças. Elas se jogam nas redes. E mais crianças se jogam, e mais, mais. Às vezes, são 40 crianças ao redor de uma árvore. O menino no galho está comendo a árvore de tanto que a adora. Quando há algum evento, elas se sentam na beirada. É muito bonito visto de baixo! Macacos no zoológico.  Hora de comer!
Fizemos o telhado o mais baixo possível, pois queríamos ver as crianças em cima dele e não apenas embaixo. Se o telhado é muito alto, vemos apenas o teto. Este é o local de lavar as pernas. Há muitos tipos de torneiras. As que têm canos flexíveis, caso alguém queira jogar água nos amigos, a ducha e a da frente, que é normal. Mas, se vocês olharem bem, o menino não está lavando as botas, ele está enchendo-as de água. Este jardim da infância é totalmente aberto, na maior parte do ano. Não há divisão entre o interior e o exterior. Isto significa, basicamente, que esta edificação é um telhado. Também não existe separação entre as salas de aula. Portanto, não há proteção acústica alguma. Quando se coloca muitas crianças em uma caixa silenciosa, algumas delas ficam realmente nervosas. Mas neste jardim da infância, não há motivo para ficarem nervosas. Não existem divisões.


O diretor diz que se o menino no canto não quer ficar na sala, deixamos que saia. Ele acabará voltando, pois o projeto é circular, dá a volta. A questão é que, em momentos como este, as crianças geralmente tentam se esconder em algum lugar. Aqui, elas apenas saem e voltam. É um processo natural. E, em segundo lugar, consideramos o barulho muito importante. Vocês sabem que as crianças dormem melhor com barulho. Elas não dormem em ambientes silenciosos. Neste jardim da infância, as crianças demonstram uma concentração surpreendente na sala de aula. Vocês sabem que a nossa espécie se desenvolveu em selvas barulhentas. Elas precisam de barulho. E vocês sabem que conseguem conversar com os amigos em um bar barulhento. Não é preciso ficar em silêncio. 
Vocês sabem que, ultimamente, tentamos manter tudo sob controle. É completamente aberta.
  
Vocês devem saber que podemos esquiar a 20 graus negativos no inverno. No verão, vamos nadar. A areia chega a 50 graus. Além disso, vocês devem saber que são à prova d'água. Vocês nunca derretem na chuva. Portanto, crianças devem ficar do lado de fora. É assim que devemos tratá-las. É assim que elas dividem as salas de aula. Elas deveriam ajudar os professores. Não ajudam. Eu não o coloquei ali dentro. Uma sala de aula. E uma pia. Elas conversam umas com as outras em volta da pia. E sempre existem árvores dentro da sala de aula. Um macaco tentando pescar outro macaco do alto. Macacos.

      Takaharu Tezuka e sua esposa

Cada sala de aula tem, pelo menos, uma claraboia. E é por ali que o Papai Noel entra na época do Natal. Esta é uma construção anexa, próxima ao prédio oval do jardim da infância. A construção tem apenas cinco metros de altura e sete andares. E, claro, a altura do teto é bem baixa. Devemos prestar atenção à segurança. Então, colocamos nossos filhos, filha e filho. Eles tentaram entrar. Ele bateu a cabeça. Mas ficou bem. A cabeça dele é bem dura. Ele é resiliente. É meu filho. Ele está vendo se é seguro saltar. Depois, colocamos outras crianças.

O congestionamento é terrível em Tóquio, como sabem. O motorista da frente precisa aprender a dirigir. Hoje em dia, as crianças precisam de uma pequena dose de perigo. E, neste tipo de situação, elas aprendem a ajudar umas às outras. A sociedade é assim. Estamos perdendo esta oportunidade hoje em dia. Este desenho mostra o deslocamento de um menino das 9:10 às 9:30. A circunferência do prédio é de 183 metros. Portanto, não é nada pequena. Este menino percorreu 6 mil metros durante a manhã. Mas a surpresa ainda está por vir. As crianças, neste jardim da infância, percorrem 4 mil metros em média. Estas crianças têm as maiores habilidades atléticas dentre os muitos jardins da infância. O diretor diz: "Elas não são treinadas. Nós as deixamos soltas no telhado. Assim como ovelhas."  Elas correm o tempo todo. O que quero dizer é: não as controle, não as proteja demais, elas precisam cair de vez em quando. Elas precisam se machucar um pouco. Isto faz com que aprendam a viver neste mundo. Penso que a arquitetura é capaz de mudar o mundo, e a vida das pessoas. Esta é uma das tentativas de mudar as vidas das crianças. Muito obrigado. 

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Queridas gerações futuras, Desculpe! Música & mensagem

O vídeo abaixo, Dear Future Generations, Sorry (Queridas Gerações Futuras, Desculpe), encontrei no Educa tube que encontrou na rede social e trata-se de um clipe do rapper Prince EA, que mescla ativismo com arte e tecnologia, pois além do discurso em favor de um futuro melhor para as crianças e para todos, há música incidental e efeitos visuais, como se fosse uma moderna apresentação de slides. 
"Queridas Gerações Futuras, Desculpe", como o próprio nome indica, é um pedido de desculpas antecipado pelos prejuízos causados às gerações passadas e a atual, pelo possível legado prejudicial aos nossos filhos, netos e os que vierem depois de nós... 
A música, em especial, e a arte, em geral, são linguagens universais que tocam, movem e comovem as pessoas, mundo afora. Há que se buscar uma linguagem que toque o coração, se à razão, parece às vezes impossível de sensibilizar, conscientizar. E, parece-me, que tocar ao coração das futuras gerações, que serão os que herdarão de nós este panorama não muito alentador, poderá ser um caminho de reverter um caminho e um modelo civilizatório que demonstra sua exaustão. O clima, os ecossistemas, a própria Nave Mãe Terra indicam sinais de cansaço. Investir em nosso patrimônio sentimental, que são os jovens, as crianças, os adultos do futuro, que precisarão tomar certas decisões, é uma das melhores estratégias para essa correção de rota de colisão com o meio ambiente da única casa que habitamos. 
Um vídeo criativo, que mescla palavras chave, em tamanho grande, destacando ideias e deixando uma mensagem, e que faço um link com a postagem “Não herdamos a Terra dos nossos ancestrais, emprestamos das nossas crianças”, de Sam Shiraishi, editora do blog A VIDA QUER, inspirada em um provérbio dos nativos norte-americanos, que tomo a liberdade de reproduzir a seguir, pois vai ao encontro do referido vídeo. 
De fato, "Não herdamos a Terra de nosso ancestrais", visto que a terra é de todos e não de alguns. E serão nossas crianças que, nossa corrida de revezamento de dias, meses e anos, que receberão de nós esse bastão. 
Ainda dá tempo de reverter as prevsões mais sombrias, e um desses ca inhos é, de fato investir nas gerações futuras. 
Como escreveu o educador e escritor Rubem Alves: "Que as crianças aprendam que o mundo pode ser diferente. Que a escola, ela mesma, seja um fragmento de futuro..." 



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