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terça-feira, 27 de julho de 2010

CELTIC WOMAN: SONGS FROM THE HEART

 OS CELTAS: QUEM ERAM E COMO VIVIAM? Saiba mais

 Os celtas sempre estiveram muito ligados à religião, e assim como quase toda as expressões de sua cultura, a música também estava intimamente relacionada a temas de cunho religioso. Tanto que os músicos eram – em sua maioria – ligados a classe sacerdotal dos Druidas.

A música ou, mais precisamente, o tocar dos instrumentos era considerado uma manifestação do mundo dos espíritos. Sendo assim, o músico era um ser privilegiado, pois suas faculdades lhe permitiam captar pequenas manifestações do Outro Mundo, e desta forma, ele traduzia aquilo que absorveu para a música.
Exatamente por este motivo, é comum a temática musical celta estar ligada aquilo que eles mais respeitavam: a Natureza. Um bosque, a brisa, a alvorada, o outono – ou qualquer outra estação – enfim, cada pequeno movimento da Natureza carrega um som, e era função do músico senti-lo e traduzi-lo em música.
 
Considerados "BARBAROS" pelo Império Romano, caracterizado pelo etnocentrismo, a expressão passou a ser usada com a conotação de "não-romano" ou "incivilizado".  Era um termo pejorativo que não condizia com a realidade pois, apesar de não compartilharem de alguns aspectos da cultura romana e não falarem o latim, os Celtas tinham cultura e costumes próprios como os demais povos "não romanizados".


Celtic Woman é um grupo de música "Bárbaro",  formado por cinco artistas irlandesas: as vocalistas Chloë Agnew, Méav Ní Mhaolchatha, Lisa Kelly, Alex Sharpe e a violinistaMáiréad Nesbitt. O repertório vai desde canções tradicionais célticas até música moderna.
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segunda-feira, 26 de julho de 2010

Roda Viva - Slavoj Zizek - Exibido em 02/02/09

QUEM É E O QUE PENSA  Slavoj Zizek?
O QUE É O "PROLETARIADO"?
O QUE É UTOPIA?
"A TOLERANCIA É RIDÍCULA", POR QUÊ?
O QUE É "PARALAXE?"

domingo, 25 de julho de 2010

Mario Sergio Cortella - Programa do Jô

          LOCALIZE: [Parte 2 de 2] NA BARRA AO FINAL DESTA APRESENTAÇÃO PARA           CONTINUAR VENDO A ENTREVISTA ONDE O PROF. CORTELA DEFINE ÉTICA E MORAl.

            

sexta-feira, 23 de julho de 2010

ESTRATÉGIAS DE LEITURA - INTRODUÇÃO A EaD

A busca pelo conhecimento é um trajeto, um caminho, um desafio.
Antes, portanto, de iniciar este desafio, esta travessia, pensando em atingir a outra margem com sucesso, é bom suscitar reflexões a respeito da condição atual de cada um como estudante e leitor, conhecer as estratégias que utiliza para aprender e como facilitam a aprendizagem, além de verificar o grau de responsabilidade, de autodisciplina e de aplicação prática das estratégias de estudo.
Vamos lá, então? Boa viagem!

 

APRESENTAÇÃO DA REUNIÃO COM GESTORES 06/2010 NESTOR DE CAMARGO

O caminho é ….1   

MATRIZ DE REFERÊNCIA DO SARESP

SARESP 2009 - Matriz de Referência para a Avaliação - Documento Básico

quarta-feira, 21 de julho de 2010

DogVille: FILME COMPLETO e uma análise sobre o espectador e a linguagem - Prólogo

“Dogville” – análise/crítica do filme

“Dogville” é um impressionante [e teatral] filme, lançado em 2003 e dirigido por Lars Von Trier, no qual o mesmo assume também a função de operador de câmara. Dogville é o primeiro filme de uma trilogia, centrada nos Estado Unidos da América e designada por “EUA: the land of opportunities”.
Neste filme, Lars Von Trier apostou numa simplicidade de cenários, num “vazio preenchido”, no preenchimento de um “vazio fictício”. Ao abdicar dos cenários e dos adereços, o realizador procurou valorizar o âmago de cada uma das personagens para que o espectador, exteriorizando o “supérfluo” e o “superficial”, pudesse olhar apenas para o que verdadeiramente interessa no seu filme: a desumanidade demonstrada pela humanidade; e para que não se esqueçam que estão a assistir a uma peça de ficção. Do meu ponto de vista, este fator constitui um conceito bastante interessante, na medida em que permite ao espectador criar a imagem de um cenário inexistente e consciencializar-se de que está realmente perante uma ficção. Para além de que acho que se deve salientar o trabalho sonoro que este mesmo conceito implica. Este é um dos aspectos de maior riqueza do filme.
Apesar de os vários personagens fazerem constantes referências à paisagem ou ao céu, o fundo é infinito, tendo constantes alterações de luz e cor que indicam mudanças de dia e noite, clima e momentos do filme.
Em “Dogville”, Lars Von Trier apresenta uma percepção pessimista da humanidade, onde impera o cinismo, a hipocrisia, a chantagem, a vingança, a mentira e uma visão dogmática. O filme constitui, assim, um retrato exemplar sobre o comportamento humano, a vida em comunidade e a tensão estabelecida entre a escolha individual e a norma colectiva, designando-se então por uma parábola moral. Nele, é feito o retrato da arrogância humana, de pessoas cruéis, mesquinhas e egoístas.
                       

Cidades dos homens: Coroa do Imperador

E OS ROMANOS?
Laranjinha e Acerola estão aprendendo na escola sobre a fuga da corte portuguesa para o Brasil e vai haver uma excursão da turma para Petrópolis. Eles querem conhecer a coroa do imperador. A condição imposta pela professora é que todos passem por uma chamada oral sobre o assunto. Para fazer o passeio é preciso pagar uma taxa de R$6,50 e para conseguir esse dinheiro os dois acabam se envolvendo com os traficantes do morro onde moram. Para complicar, na véspera da excursão o morro é invadido por uma facção inimiga e, em meio à confusão, os dois finalmente entendem o que levou Napoleão a atacar a Inglaterra e porque D. João VI teve que sair correndo para o Brasil.
                

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