Anna Holtz (Diane Kruger) é uma
jovem de 23 anos que sonha em se tornar uma compositora. Como estudante do
Conservatório de Música, ela é indicada para um cobiçado cargo em uma editora
musical. Devido a uma série de eventos ocasionais ela é designada para trabalhar
juntamente a Ludwig van Beethoven (Ed Harris), o mais celebrado artista vivo da
época. Inicialmente descrente, Beethoven faz a Anna um desafio de improvisação,
no qual ela demonstra sua sensibilidade musical. Beethoven a aceita como
escriba, dando início a um forte relacionamento entre os dois.
domingo, 30 de agosto de 2015
sábado, 29 de agosto de 2015
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
Atribuição de Classes e Aulas para 2016: Portaria CGRH-07 de 25-08-2015
terça-feira, 25 de agosto de 2015
GABARITO OFICIAL DAS PROVAS Processo de Promoção do Quadro do Magistério / 2015 - (PARTE OBJETIVA) dia 23-08-2013
![]() |

Processo de
Promoção do Quadro do Magistério / 2015
A Coordenadora da
Coordenadoria de Gestão de Recursos Humanos, nos termos do item V, do Edital de
Convocação para Realização da Prova, publicado no D.O. de 14-08-2015, torna
público o GABARITO OFICIAL DAS PROVAS (PARTE OBJETIVA), realizadas no dia
23-08-2015 (Suporte Pedagógico e Professor Educação Básica II - Educação
Especial – DA, DF, DI, DV), Professor Educação Básica I e Professor Educação
Básica II – disciplina Educação).
De acordo com o
item VII do mesmo Edital, os candidatos poderão recorrer das questões e dos
gabaritos das provas ocorridas no dia 23-08-2015. O recurso deverá ser
remetido para o endereço eletrônico da Fundação VUNESP www.vunesp.com.br, nos
dias 25 e 26-08-2015.
Não deixe de ver também:
Não deixe de ver também:
Abertas as inscrições no sistema GDAE para atribuição de aulas/classe em 2016
GABARITOS DAS PROVAS DO DIA 23-08-2015
VEJA TAMBÉM:
Clique nos links abaixo e assista:
Filme: O segredo de Beethoven Legendado
domingo, 23 de agosto de 2015
Aula 10 Prof. Clovis de Barros Filho - Casa do Saber: “Náusea” (1938), Jean-Paul Sartre
Nesta aula o professor Clóvis discutiu a partir da obra "A Náusea" de Jean Paul Sartre, o pensamento Heideggeriano, concentrando-se na explicação dos conceitos de tédio, alegria e angústia, de acordo com o pensador alemão. Em uma aula épica, o professor Clóvis destrincha um dos mais herméticos pensadores da história.
Ouça o áudio e acompanhe a transcrição literal da aula abaixo.
Acesse livros do autor (Sartre) em PDF, AQUI>>>
Sobre ser feliz: Sensacional palestra com o Prof. Clóvis de Barros Filho
![]() |
Você já encontrou a sua
felicidade?
Você faz o que realmente
gosta?
Estas perguntas às vezes nos
assustam um pouco, mas de forma alguma devem sumir de nossas vidas. Devemos
sempre nos questionar se estamos felizes, o que faremos para buscar esta
felicidade etc. E é exatamente sobre isto que o trecho da palestra abaixo trata, e que
está fazendo enorme sucesso pela internet, Confira!
A palestra completa está AQUI>>>
Você poderá gostar também de:
Máquinas de Felicidade: Episódio 1 do documentário O Século do
EU. Assista antes que seja removido! AQUI>>>
Gosto de Comunicação e Filosofia. Amo muito os dois. Adoro
relacioná-los, estabelecer insights que nenhum outro comunicador ponderou. É um
amor visceral que já me custou bons empregos em escolas de comunicação que
idolatram técnicos americanos e condenam qualquer tipo de reflexão crítica.
Tornar-se um reprodutor acéfalo de discursos vindos de além-mar é o componente
indispensável na formação da elite brasileira. Um amor platônico por aquilo que
vem do norte do planeta e não do que pode ser feito aqui.
Amor por Filosofia, amor por Comunicação, amor por estrangeiros. Amor, amor e amor. Amar é tudo de bom. Não só por ele mesmo. Mas porque torna tudo mais interessante. Assim, se alguém preferir falar de futebol, de política ou de dinheiro é porque os ama.
Por isso escrevo e falo sobre o assunto. Mas a que afeto corresponde esta palavra tão recorrente?
Amor pode ser desejo. Quando estamos apaixonados. Gostaríamos que a vítima da nossa paixão permanecesse ao nosso lado todo o tempo. Como não dá, pensamos nela sem parar. Amamos o que desejamos, quando desejamos, enquanto desejarmos. E podemos desejar quase tudo. Desde uma pessoa até uma groselha bem gelada. Para desejar, basta não ter. Sempre que desejamos, é porque algo nos falta. Desejamos o que não temos, o que não somos, o que não podemos fazer. Assim, o desejo é sempre pelo que faz falta. E o amor, também.
Claro que você se deu conta das consequências deste entendimento. Ou você ama e deseja o que não tem, ou tem, mas aí, sem desejo, sem amor. Paradoxo platônico da existência. Ora, se a felicidade para você e para mim implica ter o que se quer ter, então, o amor não será feliz nunca. Aragon é poeta. Não há amor feliz para ele. Eu sou professor de Ética na Comunicação, ou seja, um pobre desgraçado na definição afetiva daquele filósofo e do Estado que me paga.
Mas Platão e seus tristes seguidores não têm sempre razão. Porque amor pode ser também alegria. É o que nos propõe Aristóteles, seu mais conhecido aluno. E alegria é diferente de desejo. Porque sempre acontece no encontro, na presença. O mundo alegra quando está bem diante de você. Não é como o objeto do desejo, confinado nos seus devaneios. O amor aristotélico é pelo mundo como ele é. Não pelo mundo como gostaríamos que fosse.
E você, andando na rua, declara sem medo de errar: gostei mais desta mulher do que gosto da minha. Afeto carnal. Inclinação erótica. Tesão. Eu prefiro um amor na alegria pelo que tenho do que no desejo pela mulher de capital estético exuberante e apetecível que me falta. Eu, no seu lugar caro leitor, teria cautela. Porque se seu cônjuge for adepto da mesma concepção, amará sempre o que encontrar. Na mais estrita presença. E aí, de duas uma. Ou você ocupa todos os seus espaços e se torna onipresente para ele, ou ele te amará só de vez em quando. Nos instantes de encontro. No resto do tempo ele amará a secretária, a copeira, o personal, o zelador e o que mais lhe alegrar pelo mundo.
Amor por Filosofia, amor por Comunicação, amor por estrangeiros. Amor, amor e amor. Amar é tudo de bom. Não só por ele mesmo. Mas porque torna tudo mais interessante. Assim, se alguém preferir falar de futebol, de política ou de dinheiro é porque os ama.
Por isso escrevo e falo sobre o assunto. Mas a que afeto corresponde esta palavra tão recorrente?
Amor pode ser desejo. Quando estamos apaixonados. Gostaríamos que a vítima da nossa paixão permanecesse ao nosso lado todo o tempo. Como não dá, pensamos nela sem parar. Amamos o que desejamos, quando desejamos, enquanto desejarmos. E podemos desejar quase tudo. Desde uma pessoa até uma groselha bem gelada. Para desejar, basta não ter. Sempre que desejamos, é porque algo nos falta. Desejamos o que não temos, o que não somos, o que não podemos fazer. Assim, o desejo é sempre pelo que faz falta. E o amor, também.
Claro que você se deu conta das consequências deste entendimento. Ou você ama e deseja o que não tem, ou tem, mas aí, sem desejo, sem amor. Paradoxo platônico da existência. Ora, se a felicidade para você e para mim implica ter o que se quer ter, então, o amor não será feliz nunca. Aragon é poeta. Não há amor feliz para ele. Eu sou professor de Ética na Comunicação, ou seja, um pobre desgraçado na definição afetiva daquele filósofo e do Estado que me paga.
Mas Platão e seus tristes seguidores não têm sempre razão. Porque amor pode ser também alegria. É o que nos propõe Aristóteles, seu mais conhecido aluno. E alegria é diferente de desejo. Porque sempre acontece no encontro, na presença. O mundo alegra quando está bem diante de você. Não é como o objeto do desejo, confinado nos seus devaneios. O amor aristotélico é pelo mundo como ele é. Não pelo mundo como gostaríamos que fosse.
E você, andando na rua, declara sem medo de errar: gostei mais desta mulher do que gosto da minha. Afeto carnal. Inclinação erótica. Tesão. Eu prefiro um amor na alegria pelo que tenho do que no desejo pela mulher de capital estético exuberante e apetecível que me falta. Eu, no seu lugar caro leitor, teria cautela. Porque se seu cônjuge for adepto da mesma concepção, amará sempre o que encontrar. Na mais estrita presença. E aí, de duas uma. Ou você ocupa todos os seus espaços e se torna onipresente para ele, ou ele te amará só de vez em quando. Nos instantes de encontro. No resto do tempo ele amará a secretária, a copeira, o personal, o zelador e o que mais lhe alegrar pelo mundo.
Por isso, é melhor que os dois tenham razão. Para que o amor seja rico. E possamos amar na falta, desejando o que não temos, e também na presença, alegrando-nos com o que já se encontra à nossa disposição. É como dar aulas e sustentar uma família, um conflito afetivo entre minha alegria e a responsabilidade orçamentária com meus entes queridos. É bem verdade que não desejamos tudo e que nem tudo nos alegra. Mas não é nenhum problema, pois nossa capacidade de amar não é mesmo tão grande. Amemos no desejo e na alegria, e isto já nos converterá em grandes e refinados amantes.
Espero que nesse ano você, leitor, cultive mais inclinações amorosas do que suas obrigações ordinárias. Rotinas desagradáveis muitas vezes são importantes, mas não são fundamentais. O amor não é tão ruim como nos faz ver Platão. É possível ser prudente, sábio, e, mesmo assim, cultivar amores na vida. Optar pelo amor em detrimento da estabilidade já conhecida pode ser bom. Ser um pouco mais afetivo e um pouco menos racional. Pense nisso.
Clóvis de Barros Filho
sexta-feira, 21 de agosto de 2015
Parte 1 - Maquinas da Felicidade Documentário BBC
The Century of The Self (2002) é um dos melhores documentários que já vi. RECOMENDO!
O documentarista Adam Curtis e BBC contam como as ideias do pai da
psicanálise - Sigmund Freud - foram aplicadas pelo seu sobrinho Edward
Bernays e bisneto Matthew Freud para ajudar as corporações e políticos
na manipulação dos desejos inconscientes das pessoas.
Nos 240min de entrevistas e explicações, o documentário mostra coisas como:
surgimento da psicanálise e a mudança de visão do ser humano
adaptação da psicologia freudiana e a criação da profissão de Relações Públicas pelo seu sobrinho Edward Bernays
dissociação dos bens de consumo da sua função e associação com as aspirações inconscientes das pessoas - como o cigarro com liberdade para as mulheres, ou carro com a virilidade masculina
influência de Anna Freud - filha do Freud - na divulgação da psicanálise nos EUA
utilização da psicologia para adaptação das pessoas aos padrões sociais estabelecidos e torná-las cidadãos e consumidores passivos
experiências pela CIA para tentar mudar a memória das pessoas e alterar sua personalidade
esgotamento da estratégia de conformização e manifestações de individualismo e expressividade
a política e o marketing utilizando as ideias de Wilhelm Reich para se adaptarem a essa necessidade de expressão individual
apropriação da Hierarquia das Necessidades de Abraham Maslow para categorizar e atender os desejos das pessoas "auto-guiadas"
há uma excelente entrevista com o psicanalista e filósofo Herbert Marcuse
sociedade consumista e falsa democracia baseada na manipulação dos desejos inconscientes
surgimento da psicanálise e a mudança de visão do ser humano
adaptação da psicologia freudiana e a criação da profissão de Relações Públicas pelo seu sobrinho Edward Bernays
dissociação dos bens de consumo da sua função e associação com as aspirações inconscientes das pessoas - como o cigarro com liberdade para as mulheres, ou carro com a virilidade masculina
influência de Anna Freud - filha do Freud - na divulgação da psicanálise nos EUA
utilização da psicologia para adaptação das pessoas aos padrões sociais estabelecidos e torná-las cidadãos e consumidores passivos
experiências pela CIA para tentar mudar a memória das pessoas e alterar sua personalidade
esgotamento da estratégia de conformização e manifestações de individualismo e expressividade
a política e o marketing utilizando as ideias de Wilhelm Reich para se adaptarem a essa necessidade de expressão individual
apropriação da Hierarquia das Necessidades de Abraham Maslow para categorizar e atender os desejos das pessoas "auto-guiadas"
há uma excelente entrevista com o psicanalista e filósofo Herbert Marcuse
sociedade consumista e falsa democracia baseada na manipulação dos desejos inconscientes
Postado por
Adalberto Ribeiro
às
19:52:00
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