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Voando sobreos campos detulipasem AnnaPaulowna, uma cidadedos Países Baixos,na província deHolanda do Norte. A tulipa é um símboloda Holanda.Muitos turistas visitamo paíssó para vera florde cor vivae osimpressionante campos de cultivo das flores. Mesmoquando a primaveraé longo,a Holandaainda éum jardim. Os visitantes podem desfrutar defloresna Holandadurante todo o ano. No século20, os negócios com a "florlâmpada" continuarama crescer, resultando no estabelecimento deleilões e casascomerciais, além da produçãoem grande escala,por agricultores emcooperativas.Hoje, a Holanda exportabulbflowersem grandes quantidades paramais de cem paísesem todo o mundo. VEJA o álbum de fotos AQUI.
- O mundo não estará em guerra contra os
pobres, mas contra a pobreza, e a indústria militar não terá escolha a
não ser declarar falência; - Em nenhum país ira prender os rapazes que se recusarem a cumprir o serviço militar, mas aqueles que querem servir-lo; - A comida não será uma mercadoria nem a comunicação um negócio, porque a comida e a comunicação são direito humano; - Ninguém morrerá de fome; - As crianças de rua não serão mais
tratadas como lixo, porque não haverá mais crianças de rua, as crianças
ricas não serão tratadas como se fossem dinheiro, porque não haverá mais
crianças ricas; - A educação não será privilégio daqueles que podem pagá-la; - A polícia não será a maldição de quem não possa comprá-la; - A justiça e liberdade, irmãs siamesas,
condenadas a viver separadas, serão novamente juntas de volta, bem
grudadinhas, costas com costas;
O ator e historiador Terry Jones mostra Roma sob uma nova perspectiva e
revela o quanto os povos tidos como bárbaros eram, na verdade,
extremamente organizados, inteligentes e, a princípio, sem nenhuma
intenção em derrubar o Império Romano.
Canal: TV Escola (Brasil)
Duração: 50 minutos
Idioma: Português (portuguese )
Mineira de Belo Horizonte, formou-se em
Filosofia na UFMG. Vive desde 1968 em São Paulo. Fez o mestrado em Filosofia da
Educação na PUC-SP e o doutorado em Educação na Faculdade de Educação da USP. É
professora do Mestrado em Educação do Centro Universitário Nove de Julho
(Uninove) e do Departamento de Teologia e Ciências da Religião da PUC-SP. Faz
parte do Conselho Editorial de Educação da Cortez Editora, pela qual publicou Ética e Competência e Compreender e ensinar – por uma docência da melhor
qualidade, e, pela Editora Moderna, Filosofia na escola – o
prazer da reflexão, em parceria com Marcos Lorieri. Trabalha
também como assessora e consultora em projetos de formação de professores e
educação continuada de profissionais de diversas áreas do conhecimento.LEIA MAIS>>
Clique AQUI para acessar TODOS os artigos da doutora em educação, Terezinha Rios, publicados na revista GESTÃO ESCOLAR.
AQUI para acessar o artigo: A autonomia Como Projeto - Horizonte Ético-Político
Em tempo de debate sobre a recente medida do Governo Federal, que vai baixar o custo da energia elétrica, entre 20% e 32 % para os consumidores residenciais e para as indústrias, ainda que haja os que foram chamados de "os do contra" pela Presidenta em promunciamento de 23/01 p.p, a FIESP - Federação das Indústrias de São Paulo e a CIESP - Centro das Indústrias do Estado de São Paulo divulgaram nota oficial, na qual as entidades consideraram que a redução das tarifas de energia é
um passo importante para o Brasil recuperar a competitividade, garantindo uma economia anual de R$ 31,5 bilhões. Alguns, sem explicar porquê, são contra.
Entre tantas obras e investimentos, a que apresentamos abaixo é sem dúvida, um ótimo exemplo do esforço que visa garantir a infraestrura necessária para o desenvolvimento do Brasil. (Sem falar nas imagens fantásticas)
O projeto, financiado pela SUDAM (Superintendencia de Desenvolvimento da Amazonia ) e o BASA (Banco da Amazónia), é uma das obras mais complexas desenvolvida pela Isolux Corsán, tanto pelas suas dimensões como pelas dificuldades do território, em plena Amazonia.
Na sua execução participarão um total de 4.000 profissionais brasileiros
que viverão, durante o tempo que durar a sua missão no projecto, num
dos 14 acampamentos habilitados para alojar os trabalhadores da obra.
Episódio da série: HUMANOS, QUEM SOMOS NÓS? na qual
psicólogos, linguistas e ‘caçadores de fósseis’ irão esclarecer aspectos da
unicidade genética do ser humano. Série levada ao ar pela TV Escola, analisa de
forma profunda, as evidências que levaram cientistas de diferentes áreas do
conhecimento (psicólogos, linguistas, geneticistas, arqueólogos, paleontólogos
e outros) a concluir o trajeto evolutivo do homem e os aspectos da unicidade
genética do ser humano.
Assim, são remontadas as condições mais primitivas: dos primatas
que nos originaram, o quê as modificaram, como e porquê tais transformações
ocorreram bem como as características fisiológicas, cognitivas e sociais
daqueles seres.
Além da remontagem, há entrevistas com estudiosos sobre o
tema e simulações computadorizadas a partir dos fósseis encontrados. Enfim, uma
viagem no tempo, em busca das nossas origens.Vale conferir e acessas no link do texto, uma proposta de abordagem nasala de aula, da TV Escola.
A famosa máxima de Sócrates resume a convicção que ele tinha de que levar uma vida de qualidade é a coisa mais importante e que conseguimos isso, principalmente, por meio da indagação.
Mentor e professor de Platão, Sócrates é o “padrinho” da filosofia ocidental e viveu na Grécia entre 470 e 399 a.C. Suas ideias foram preservadas apenas nos escritos de Platão, de modo que, às vezes fica difícil separar o homem Sócrates do personagem criado por seu discípulo, bem como distinguir seus pensamentos dos de Platão.
De qualquer forma, sabe-se que Sócrates chamava constantemente a atenção dos atenienses para a consciência de suas deficiências filosóficas e foi responsável pela criação do método de fazer uma série de perguntas para se chegar a respostas definitivas, que acabou sendo chamado de método socrático.
Sua proposta já está presente na rede de educação de São Paulo e exerce importante influência nas políticas públicas do MEC, que estão sendo gestadas para os próximos anos. Trata-se de uma proposta simples porém, inovadora. Vale muito conhecer, afinal, aponta para o futuro da educação, sobretudo no Ensino Médio. Explore os links do texto para ampliar seu conhecimento. Acesse o site (em português AQUI) do projeto, o canal do YouTube (AQUI) com as quase 2 mil aulas prontas e conheça o autor, assistindo a apresentação (abaixo). Deixe sua opinião em"Comentários". Boa leitura.
Para ajudar sobrinhos com dificuldades com matemática e física, Khan montou algumas aulas em vídeo. Depois, postou-as no Youtube. As aulas fizeram sucesso, receberam o elogio consagrador de Gates e foram traduzidas para o português pela Fundação Lemann.
O método que desenvolveu é simples de entender e dificílimo de massificar na rede convencional, pois significa uma mudança radical em paradigmas pedagógicos velhíssimos.
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Em linhas gerais, a filosofia Khan é a seguinte:
Hoje em dia a criançada já nasce digitalizada. E, nos eletrônicos, a figura central são os games, os jogos com vários graus de dificuldade.
Cada criança tem seu próprio ritmo de aprendizado. Algumas passam por todas as etapas rapidamente; outras demoram mais. Mas, passando pelos diversos níveis, todas se encontram no mesmo grau de aprendizagem.
No caso do ensino convencional, o conteúdo é empacotado em aulas de 50 minutos. E todos, na classe, são expostos ao mesmo ritmo. As aulas ainda são fundamentalmente de transmissão de conteúdo.
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Pelo método Khan, o conteúdo passa a ser adquirido fora de classe, através de seus vídeos e de equipamentos dos alunos conectados à Internet. Cada aluno terá seu próprio ritmo de aprendizado. Como são aulas à distância, com alunos conectados, o sistema produz gráficos e tabelas mostrando – em tempo real – o ritmo de aprendizado de cada aluno.
Muda-se completamente a natureza das salas de aula e enobrece-se o papel do professor. Nas salas, caberá ao professor promover a interação entre os alunos – por exemplo, colocando alunos com dificuldades junto a alunos mais sabidos. Em vez de ser encarado como o juiz implacável, passa a ser o orientador que ajudará o aluno a ultrapassar os níveis dos games.
Mais do que os vídeos em si, o modelo pedagógico sugerido é a chave para a próxima etapa da educação brasileira, ingressando finalmente na era digital.
O MEC está montando um acervo de material pedagógico digital, disponíveis em tablets. Há mapas dinâmicos, corpo humano. A maioria absoluta das escolas já dispõe de laboratório de informática e os tablets começam a ser distribuídos.
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O desafio maior será a reciclagem de professores. Os alunos já nascem plugados; os professores, não. Além disso, a maior parte do ensino médio é de responsabilidade de estados.
A implantação dos novos métodos exigirá parcerias com estados e municípios, cursos intensivos para os professores, de usabilidade dos equipamentos. E, principalmente, a constatação de que tecnologia não substitui nem sala de aula nem professor. Caberá ao professor, na sala de aula, liderar o processo pedagógico.